Ao nos aproximarmos dos 500 anos do Movimento iniciado pelo monge Martin Lutero, podemos perceber com clareza que já passamos da hora de uma nova e ampla reforma. Não trato aqui especificamente da questão religiosa, até porque a reforma do século XVI provocou desdobramentos em outras áreas da sociedade.
Penso que estamos chegando a um estado de descontrole social e inversão de valores tãoa grande, que anestesiados por um falso sentimento de igualdade e liberdade de expressão, ignoramos ou até mesmo desprezamos marcos antigos, mas nem por isso ultrapassados, que sempre garantiram o respeito e o convívio em sociedade.
Em todas as esferas do "poder"(se é que alguém detém tal prerrogativa), o sentimento do "politicamente correto" suprime o que de fato é correto, conduzindo autoridades legítimas a um verdadeiro frenesi de decisões ilegítimaas, equivocadas e daninhas para toda a sociedade.
Criminosos, terroristas e fugitivos da justiça, até de outros países, encontram guarida e proteção jurídica em nosso já tão violento e inseguro país. Políticos inequivocamente condenados continuam encontrando suporte "legal" para continuarem a minar o erário público. Elementos outrora nocivos à saúde ganham espaço público "autorizado" para divulgação e consequente destruição da nossa juventude, já tão corrompida. Normas balizadoras de conduta e boa fé, indubitavelmente claras em sua escrita, são "torturadas até confessarem" o que o "politicamente correto" determina.
Enquanto isso, as pessoas, que também fingem aceitar tais decisões(para não parecerem que são "politicamente incorretas"), preferem compartilhar apenas com amigos e familiares(em lugares reservados) o que de fato pensam sobre o "novo momento social" que vive o país.
Por outro lado, um sem número de entidades religiosas(não podemos chamar tais de Igreja, seria heresia) torturam também as chamadas "Sagradas Escrituras", tentando se locupletarem às custas do desespero, depessão e falta de esperança de uma sociedade que se intitula "politicamente correta".
Sim! Uma nova reforma faz-se necessária. Entretanto, dessa vez, não se deve pregar apenas 95 teses na porta de uma velha capela, mas sim reescrever as funções dos chamados "poderes" que nos dirigem na vida social e, ao mesmo tempo, restaurar a espiritualidade perdida daqueles que deveriam, por missão e amor a Deus, conduzir-nos no campo espiritual.
Penso que estamos chegando a um estado de descontrole social e inversão de valores tãoa grande, que anestesiados por um falso sentimento de igualdade e liberdade de expressão, ignoramos ou até mesmo desprezamos marcos antigos, mas nem por isso ultrapassados, que sempre garantiram o respeito e o convívio em sociedade.
Em todas as esferas do "poder"(se é que alguém detém tal prerrogativa), o sentimento do "politicamente correto" suprime o que de fato é correto, conduzindo autoridades legítimas a um verdadeiro frenesi de decisões ilegítimaas, equivocadas e daninhas para toda a sociedade.
Criminosos, terroristas e fugitivos da justiça, até de outros países, encontram guarida e proteção jurídica em nosso já tão violento e inseguro país. Políticos inequivocamente condenados continuam encontrando suporte "legal" para continuarem a minar o erário público. Elementos outrora nocivos à saúde ganham espaço público "autorizado" para divulgação e consequente destruição da nossa juventude, já tão corrompida. Normas balizadoras de conduta e boa fé, indubitavelmente claras em sua escrita, são "torturadas até confessarem" o que o "politicamente correto" determina.
Enquanto isso, as pessoas, que também fingem aceitar tais decisões(para não parecerem que são "politicamente incorretas"), preferem compartilhar apenas com amigos e familiares(em lugares reservados) o que de fato pensam sobre o "novo momento social" que vive o país.
Por outro lado, um sem número de entidades religiosas(não podemos chamar tais de Igreja, seria heresia) torturam também as chamadas "Sagradas Escrituras", tentando se locupletarem às custas do desespero, depessão e falta de esperança de uma sociedade que se intitula "politicamente correta".
Sim! Uma nova reforma faz-se necessária. Entretanto, dessa vez, não se deve pregar apenas 95 teses na porta de uma velha capela, mas sim reescrever as funções dos chamados "poderes" que nos dirigem na vida social e, ao mesmo tempo, restaurar a espiritualidade perdida daqueles que deveriam, por missão e amor a Deus, conduzir-nos no campo espiritual.
Abaixo a falsidade expressa nas entrevistas e discursos públicos por aqueles que não acreditam nem mesmo no que estão dizendo, mas dizem assim mesmo para parecerem "politicamente corretos".
Abaixo o "politicamente correto", viva a franqueza, a grandeza de caráter, aos valores familiares inegociáveis e aos padrões morais inexpugnáveis estabelecidos pelo criador.
Por uma nova reforma, que comece na consciência dos nossos líderes e que seja capaz de, pelo menos, adiar o caos para o qual esta sociedade "politicamente correta" se encaminha.